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Credfácil CMO, financiamento direto com a construtora.

Publicado por CMO em 4 de maio de 2026
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Cada vez mais incorporadoras oferecem a opção de financiamento direto para seus clientes, uma alternativa menos burocrática ao sistema bancário tradicional. O objetivo é atender um crescente número de pessoas que têm boa capacidade de pagamento, mas não querem comprometer o crédito em seu banco, têm maior dificuldade para comprovar renda ou, simplesmente, preferem a melhor fluidez da modalidade, que tem menos burocracia.

Pressionados pela Selic muito alta, que chegou a um pico de 15%, está em 14,5% e tem previsão de chegar aos 13% até o fim do ano, os bancos ficaram mais restritivos, o que ainda impacta o mercado imobiliário. Outro fator de preocupação são os recursos do SBPE. "As pessoas estão aprendendo a investir e estão tirando dinheiro da poupança e colocando em outros investimentos mais atrativos. Como este dinheiro financia o mercado imobiliário, a cada ano os recursos são reduzidos", alerta o diretor comercial da CMO ConstrutoraMarcelo Moreira.

Com isso, os bancos estão fazendo um mix de recursos, misturando recursos da poupança com dinheiro mais caro de outras fontes, o que eleva o custo. Mas a redução da dependência dos bancos proporcionada pelo crédito direto tem ajudado a movimentar mais o mercado. Recentemente, a CMO ampliou o prazo de seu financiamento direto para 240 meses.

Marcelo Moreira lembra que a grande maioria das empresas já tem planos de financiamento direto, mas com prazos curtos e juros altos. "Muitos praticam IGPM mais 1% e usam a tabela Gradiente, com correção do juro sobre o saldo devedor, que cresce rápido e a parcela aumenta todo mês, o que assusta o cliente pela falta de previsibilidade", adverte.

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A empresa criou o CredFácil CMO, um financiamento direto da construtora, que foge da burocracia dos bancos, mais restritivos na análise de crédito. "Analisamos até o extrato bancário dos clientes e até os que estão com nome negativado, pois 70% dos brasileiros estão endividados e a maior parte negativados", explica. Até um certo valor, a aprovação é imediata. "O prazo de até 240 meses é supercompetitivo. Em média, o brasileiro quita o financiamento em oito anos", destaca.

Ele lembra que a vantagem de ter prazo maior é que a parcela fica menor, enquanto os imóveis devem ficar cada vez mais caros por conta do custo da construção. "Isso descasou o custo do dinheiro, a renda das famílias e o valor dos imóveis", ressalta. "Temos de desburocratizar e construir um acesso mais fácil do cliente ao crédito", afirma. A modalidade tem sido a opção de clientes que moram fora do Brasil e, normalmente, não conseguem negociar com os bancos pela renda informal. Outro cliente comum é o investidor.

"Lançamos o projeto há 15 dias só e o volume de negócios dobrou. Esse está sendo nosso melhor mês de vendas em dois anos", conta o diretor da CMO. Para ele, essa é uma facilidade para quem quer fazer um upgrade de imóvel. O cliente pode optar entre as tabelas Price, onde as parcelas são iguais da primeira à última, e SAC, que tem parcela decrescente.